Pai mata oito crianças nos EUA, sete eram seus filhos, e morre em confronto com a polícia

Publicado em: 20 de abril de 2026

Pai mata oito crianças nos EUA, sete eram seus filhos, e morre em confronto com a polícia

O atirador, identificado como Shamar Elkins, executou as vítimas enquanto dormiam, logo após uma briga com a esposa, com quem estava em processo de divórcio.

Um crime de extrema violência chocou a cidade de Shreveport, no estado da Louisiana, no domingo, 19 de abril de 2025. Um homem de 31 anos, identificado como Shamar Elkins, matou oito crianças a tiros, sendo sete delas seus próprios filhos. As vítimas tinham idades entre 1 e 14 anos e foram executadas enquanto dormiam, a maioria com tiros na cabeça, em duas residências diferentes.

Além das crianças, Elkins baleou duas mulheres, incluindo sua esposa, Shaneiqua Pugh, que também era mãe das vítimas. Ambas foram hospitalizadas em estado grave. Após os ataques, o suspeito roubou um veículo e fugiu, sendo perseguido pela polícia até um bairro vizinho, onde foi morto em confronto com as autoridades. A família do atirador relatou que ele enfrentava problemas de saúde mental e estava em processo de divórcio, com uma audiência marcada para a segunda-feira seguinte ao crime.

O prefeito de Shreveport, Tom Arceneaux, classificou o episódio como a pior tragédia já registrada na história do município. O caso reacendeu debates sobre o acesso a armas de fogo nos Estados Unidos, especialmente em situações de violência doméstica, e sobre a necessidade de políticas mais eficazes de saúde mental e proteção infantil. As investigações seguem em andamento.

Saiba mais:
Shamar Elkins era um ex-soldado da Guarda Nacional do Exército da Louisiana, onde serviu por sete anos, e trabalhava para a empresa de entregas UPS. O massacre em Shreveport foi o tiroteio em massa mais letal nos Estados Unidos desde janeiro de 2024, quando oito pessoas foram mortas em um subúrbio de Chicago, de acordo com o banco de dados mantido pela Associated Press e pelo USA Today. Elkins já tinha uma prisão por porte ilegal de arma de fogo em 2019, mas não havia registros anteriores de violência doméstica, o que levanta questionamentos sobre lacunas no controle de armas e na proteção infantil.

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