Florianópolis lidera geração de empregos em SC; Jaguaruna é a surpresa no ranking

Publicado em: 1 de janeiro de 2026

Florianópolis lidera geração de empregos em SC; Jaguaruna é a surpresa no ranking

Capital assume a primeira posição, enquanto município do Sul do estado surpreende ao figurar entre os dez maiores criadores de vagas formais em 2025.

Os dados de novembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) promoveram uma mudança no ranking catarinense. Com a criação de 1,5 mil vagas apenas no mês, Florianópolis atingiu 7,6 mil novos postos de trabalho no acumulado do ano e assumiu a liderança. Joinville, que liderava desde janeiro, ficou em segundo lugar, com 7,5 mil vagas abertas.

Apesar da posição de destaque, ambas as cidades registraram queda na geração de empregos frente ao mesmo período de 2024. No estado como um todo, foram 106,9 mil novos empregos formais de janeiro a novembro. A lista dos dez maiores geradores é composta principalmente por grandes polos, com uma exceção notável: Jaguaruna.

O setor de serviços foi dominante na capital, respondendo por 90% das novas vagas. A performance de Jaguaruna, por outro lado, chama atenção por representar uma economia de menor porte se destacando em um indicador estadual, frequentemente dominado por cidades populosas.

As dez cidades que mais abriram vagas em SC em 2025 (até novembro) são:
1º) Florianópolis: 7.606 vagas
2º) Joinville: 7.454 vagas
3º) Itajaí: 6.373 vagas
4º) Blumenau: 5.211 vagas
5º) Chapecó: 4.854 vagas
6º) Palhoça: 3.878 vagas
7º) São José: 3.006 vagas
8º) Brusque: 2.466 vagas
9º) Jaraguá do Sul: 2.233 vagas
10º) Jaguaruna: 2.168 vagas
(Fonte: Caged)

Saiba mais:
Jaguaruna, município do litoral Sul catarinense com aproximadamente 21 mil habitantes, possui uma economia diversificada. Conforme informações oficiais da Prefeitura Municipal, suas bases econômicas incluem a cerâmica (sendo um polo importante na produção de tijolos e telhas), a avicultura, a piscicultura e o turismo, impulsionado por suas praias e pelo Aeroporto Regional Diomício Freitas. A agricultura familiar também é relevante. A menção histórica ao cultivo de café na região refere-se a um ciclo econômico do passado, não sendo uma atividade significativa na economia atual do município. Sua aparição em rankings estaduais de geração de emprego pode estar relacionada a ciclos de expansão na construção civil e na indústria cerâmica, setores sensíveis à economia. A presença da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) no município também contribui para a dinamização do setor de serviços.

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