Publicado em: 21 de agosto de 2025
Símbolo da natureza na cidade, esses animais silvestres carregam parasitas que podem transmitir doenças graves; entenda os perigos e as medidas de prevenção.
A imagem de tranquilidade das capivaras em lagoas e parques de Florianópolis esconde um risco à saúde pública. Esses roedores, cada vez mais comuns na área urbana, são hospedeiros naturais do carrapato-estrela, transmissor da febre maculosa, uma doença grave e potencialmente fatal. O problema não é o animal em si, mas o parasita que ele carrega, criando um cenário de alerta para moradores e turistas.
Apesar de a capital ainda registrar poucos casos da doença, a experiência de municípios vizinhos serve de alerta, onde surtos já levaram à decretação de emergência. O perigo aumenta quando as pessoas se aproximam para tirar fotos ou alimentam os animais, atraindo-os para perto de residências. O carrapato pode se desprender e atingir humanos e pets, ampliando o risco de contágio.
Diante do desafio, a prefeitura mantém um monitoramento constante em áreas críticas, com mapeamento de colônias e instalação de placas de alerta. A estratégia une órgãos de saúde e meio ambiente em um plano de manejo que busca equilibrar a preservação da fauna com a segurança da população. A regra de ouro é clara: admire a distância, nunca alimente e evite qualquer contato direto com as capivaras.