Publicado em: 28 de fevereiro de 2026
Operação conjunta de EUA e Israel nas primeiras horas da manhã deste sábado visa programa atômico; Teerã promete resposta “devastadora”.
Os Estados Unidos e Israel lançaram uma operação militar conjunta de grande escala contra o Irã na manhã deste sábado (28), mirando instalações nucleares e posições estratégicas em Teerã e outras quatro cidades. Batizada de “Operação Fúria Épica” pelo Pentágono, a ação foi confirmada pelo presidente Donald Trump, que declarou em vídeo o objetivo de “eliminar qualquer possibilidade de o Irã obter uma arma nuclear”. O ataque eleva a tensão a níveis sem precedentes, com especialistas alertando para o risco iminente de uma guerra de proporções mundiais envolvendo potências nucleares.
Em retaliação, o Irã lançou dezenas de mísseis balísticos contra Israel e bases americanas no Oriente Médio, com explosões registradas no Catar, Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes. Uma base da Marinha dos EUA em Abu Dhabi foi atingida, matando um civil. Sirenes soaram em todo território israelense, que fechou seu espaço aéreo e declarou estado de emergência. Apesar da dimensão dos ataques, autoridades ainda não divulgaram balanços oficiais de mortos ou feridos, mas fontes locais reportam danos significativos em infraestruturas civis e militares.
A comunidade internacional reagiu com alarme. A ONU convocou reunião emergencial do Conselho de Segurança, enquanto Rússia e China pediram “máxima contenção” e alertaram para o risco de uma conflagração global. O Irã afirmou que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o presidente Masoud Pezeshkian estão em segurança, mas prometeu uma resposta “devastadora” caso os ataques prossigam. Trump, por sua vez, incentivou os iranianos a se rebelarem contra o regime e exigiu a rendição das forças de segurança, sob ameaça de “morte certa”.
Saiba mais:
Analistas apontam que a ofensiva ocorre em um momento crítico, após o fracasso das negociações nucleares mediadas por Omã e em meio a protestos populares no Irã contra o governo dos aiatolás. A escalada reacende temores de um conflito envolvendo as principais potências militares do mundo, especialmente porque o Irã possui capacidade comprovada de enriquecer urânio a níveis próximos ao grau bélico, e Israel é considerada a única potência nuclear do Oriente Médio — embora não declare oficialmente seu arsenal. Caso a situação se deteriore, especialistas temem que outros países da região, como Arábia Saudita e Turquia, possam ser arrastados para o confronto, transformando o Oriente Médio em um epicentro de guerra global com potencial catastrófico.

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