Publicado em: 28 de julho de 2026
Silvana Seidler, condenada pelo assassinato da filha Carol Seidler Calegari, de 7 anos, permanece foragida há mais de uma década e é a única mulher na lista de procurados da Polícia Civil de Santa Catarina. Além disso, ela também integra a lista de difusão vermelha da Interpol, utilizada para localizar foragidos em diversos países.
O crime ocorreu em dezembro de 2014, em Tubarão. De acordo com a investigação da Polícia Civil, a menina foi morta por asfixia e teve o corpo escondido em um cômodo nos fundos da residência onde morava com a mãe. O cadáver foi localizado no dia 22 de dezembro, coberto por roupas e cercado por brinquedos.
No mesmo dia, o pai da criança registrou o desaparecimento da filha. Durante as buscas, um conhecido da família informou aos policiais que Silvana teria comentado que havia cometido “uma coisa errada”. A mulher foi levada para prestar esclarecimentos na delegacia, onde afirmou que havia acordado e percebido que a filha não estava em casa. Antes do encerramento do depoimento, deixou o local por conta própria e nunca mais foi localizada.
Segundo a Polícia Civil, não havia registros anteriores de violência envolvendo a família. Após a conclusão do inquérito, a corporação apontou Silvana como única responsável pelo homicídio e pela ocultação do corpo, com base em laudos periciais, depoimentos e outras provas reunidas durante a investigação.
Além de constar na lista da Polícia Civil catarinense, Silvana é uma das brasileiras incluídas na difusão vermelha da Interpol, mecanismo internacional utilizado para auxiliar na localização e captura de pessoas procuradas pela Justiça em 196 países.
Também permanece em aberto um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Tubarão. O processo tramita sob segredo de Justiça e envolve acusações de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
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13 de fevereiro de 2026