Ferrovia Tereza Cristina tem renovação de contrato debatida em audiência pública amanhã

Publicado em: 11 de março de 2026

Ferrovia Tereza Cristina tem renovação de contrato debatida em audiência pública amanhã

Encontro promovido pela ANTT ocorre nesta quarta-feira, em Criciúma, para discutir a prorrogação da concessão da malha ferroviária que corta o Sul catarinense.

A população de Criciúma e região poderá acompanhar, nesta quarta-feira, 11, a audiência pública que discute o futuro da Ferrovia Tereza Cristina (FTC). Promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o evento faz parte do processo de renovação contratual da concessionária, cujas negociações foram iniciadas em 2021 e agora chegam à fase de consulta pública para aprimoramento dos estudos.

O encontro presencial será realizado no Teatro Let’s Drop, a partir das 14h, e tem como objetivo colher sugestões da sociedade para as minutas do termo aditivo e anexos que tratam da continuidade dos serviços. Além da sessão em Criciúma, uma segunda audiência ocorrerá no dia 13 de março, em Brasília, no formato híbrido, ampliando a possibilidade de participação popular.

A FTC é responsável pela operação de uma malha de 164 quilômetros que conecta 14 municípios da região Sul catarinense, utilizando 13 locomotivas e 279 vagões para movimentação de cargas. O prazo para envio de contribuições por escrito começa no dia 9 de março e segue até 22 de abril, por meio dos canais oficiais da agência reguladora.

Saiba mais:
A Ferrovia Tereza Cristina é uma das poucas malhas ferroviárias do país integralmente concedidas à iniciativa privada desde o processo de desestatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), nos anos 1990. A atual concessionária opera o ramal desde 1997, mas a história da ferrovia remonta ao período imperial: inaugurada em 1884 pelo visconde de Barbacena, a Estrada de Ferro Dona Tereza Christina foi batizada em homenagem à imperatriz consorte do Brasil. Originalmente construída para escoar a produção de carvão mineral da região, a ferrovia mantém até hoje sua vocação logística, sendo essencial para o transporte de insumos como calcário, contêineres e produtos siderúrgicos. A renovação contratual em debate envolve investimentos previstos para modernização da via e ampliação da capacidade operacional nos próximos anos.

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