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15 de janeiro de 2025
Publicado em: 23 de novembro de 2025
Homem se passou por pastor para proferir discurso político e provocar conflito durante evento pacífico.
A vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o propósito legítimo de orar pela saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve sua natureza religiosa violada por um ato de má-fé. Ismael Lopes, aproveitando-se da boa vontade dos organizadores, infiltrou-se no evento sob falsos pretextos para promover um discurso político contrário aos participantes.
Ao ser convidado ao microfone, Lopes distorceu uma passagem bíblica com finalidade claramente provocatória, o que naturalmente causou revolta nos presentes que ali estavam para um momento de oração. A situação foi contornada pela intervenção da Polícia Militar, enquanto o senador Flávio Bolsonaro demonstrou civilidade ao pedir calma aos apoiadores.
Ressalte-se que o evento cumpria todos os requisitos legais e reuniu cidadãos pacíficos, cujo direito de manifestação foi usurpado por um ato de militância disfarçada. A estratégia de infiltração em eventos políticos adversários configura grave violação da legitimidade do direito de reunião.
Saiba mais:
A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro tem sido amplamente questionada por juristas e segmentos da sociedade civil, que apontam excesso na fundamentação do ministro Barroso. O uso de vigílias religiosas como justificativa para prisão preventiva estabelece perigoso precedente para a liberdade de reunião e expressão religiosa no país. Movimentos de apoio a Bolsonaro mantêm tradição de realizar eventos pacíficos, enquanto casos de infiltração por militantes adversários têm se tornado recorrentes no cenário político brasileiro.

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