
Governo Municipal reforça importância do Cadastro Ambiental Rural em Siderópolis
11 de julho de 2025
Publicado em: 10 de novembro de 2025
Ventos fortes e chuvas intensas causam destelhamentos, deslizamentos e interrupção de energia elétrica em diversas cidades, com alerta mantido para ressaca no litoral.
O ciclone extratropical que atingiu a região Sul do Brasil entre a tarde de sexta-feira (7) e a manhã de sábado (8) provocou estragos significativos no Sul de Santa Catarina. Além de seis mortes registradas no Paraná, o fenômeno causou alagamentos, quedas de árvores, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica em municípios como Tubarão e Criciúma. Em Tubarão, três casas foram gravemente danificadas no bairro Passagem, obrigando moradores a serem removidos para um abrigo.
Em Criciúma, aproximadamente 4,6 mil residências ficaram sem energia, e alagamentos interditaram vias nos bairros Michel, Milanese e Boa Vista. Outras cidades da região, como Pescaria Brava, Orleans e Lauro Müller, também registraram incidentes. Em Pescaria Brava, um deslizamento de terra deixou três pessoas desalojadas. Bombeiros atuaram na remoção de árvores de grande porte que caíram sobre rodovias, restabelecendo o tráfego após intervenções rápidas.
A Defesa Civil mantém o monitoramento contínuo das condições meteorológicas. Embora os ventos mais intensos tenham passado, as chuvas devem persistir. Um alerta foi emitido para o Litoral Sul, onde a agitação marítima pode causar ressacas e erosões costeiras. As equipes municipais seguem em ação, orientando a população sobre medidas preventivas.
Saiba mais:
Ciclones extratropicais, como o que atingou Santa Catarina, são sistemas de baixa pressão típicos das latitudes médias, formados pelo contraste entre massas de ar quente e frio. Diferentemente dos ciclones tropicais (furacões), eles não se originam sobre águas oceânicas quentes, mas podem produzir ventos muito fortes, chuvas intensas e mar agitado. Esses fenômenos são mais frequentes no Sul do Brasil durante a primavera e o outono, quando a diferença de temperatura entre as massas de ar é mais acentuada.

11 de julho de 2025