Maria Verônica, irmã de Albertina, dá testemunho para a produção do filme

Coube ao roteirista Chico Caprario a missão de concatenar todas as informações a respeito de Albertina e contar esta história de uma maneira artística e cinematográfica. Mas ele não fez tudo isso sozinho. Foi através do Diretor Luiz Fernando que ele ouviu pela primeira vez a narrativa sobre a ‘Santinha’ que tocou o Céu e o coração de tanta gente. Caprario baseou seu trabalho em muitas leituras, especialmente da obra “Albertina Berkenbrock, do martírio à Santificação” (2008), do escritor lagunense-imaruiense Albi Israel da Silveira.

Fundamentou suas pesquisas em outras diversas obras regionais sobre o tema, como: “O que faz aqui essa flor?” (2007), de J.J. Hellmann, dehoniano conterrâneo da Beata; a “A menina que disse não” (2006), de Norma Berkenbrock Schotten, sobrinha da Beata; ”Bem-Aventurada Albertina…” (2007), de D. Hilário Moser e D. Jacinto Bergmann, ex-Bispos de Tubarão, e do jesuíta Alvino Bertholdo Braun, ”Vida da Serva de Deus Albertina Berkenbrock” (1954).

O trabalho de desenvolvimento de roteiro ainda contou com entrevistas a populares e a parentes da Beata Albertina. Numa destas ocasiões especiais, foi entrevistada Maria Verônica Berkenbrock Feuser, 89 anos, conhecida como D. Mariquinha, irmã de Albertina. Na sua residência, em Vargem do Cedro, ao lado do empreendimento que ela iniciou, a Fluss Haus, acolheu carinhosamente nossa Equipe.

Confira, a seguir, alguns momentos da entrevista realizada pelo Núcleo de Pesquisa composto pelo roteirista Chico Caprario, Pe. Auricélio Costa (Pároco e Reitor do Santuário de Albertina) e do Diretor Luiz Fernando F. Machado.

Foi na manhã chuvosa de sexta-feira, 03 de janeiro de 2020, que tiveram início as gravações oficiais do longa-metragem ALBERTINA. Os registros aconteceram na antiga casa onde viveram os pais e irmãos da Beata, depois do seu martírio. Antônio e Marlene Berkenbrock, atuais proprietários do lugar, gentilmente cederam o espaço para as filmagens.

Na ocasião, além da Equipe Técnica, de atores e membros das várias Equipes de Produção, estava presente a irmã de Albertina, D. Maria Verônica.

A cerimônia de “abertura de câmeras” foi precedida de um momento de oração dirigido pelo Pe. Auricélio e da palabra do Diretor Luiz Fernando. D. Mariquinha foi homenageada e pronunciou a primeira voz de comando do projeto: “ação!”

Fonte e link: Divulgação/BoaNovaFilms

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