Governo estuda aumenta período de monitoramento por guarda-vidas em praias de SC

O trabalho com a prevenção, para evitar os afogamentos, é o foco do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). Por isso, a corporação realiza um estudo em relação ao aumento do período de monitoramento com guarda-vidas nas praias catarinenses.

Praias como a Central, em Balneário Camboriú, e da Joaquina, em Florianópolis, já possuem os profissionais de salvamento durante os 365 dias. A ideia é ampliar o serviços para outros locais.

Segundo afirmou o comandante da 1ª Região do Bombeiros, Cesar Assumpção Nunes ao Diário Catarinense, locais como Barra Velha, Itapema, Prainha (São Francisco do Sul), Brava (Itajaí), Piçarras, Palmas (Governador Celso Ramos), Campeche e Canasvieiras (Florianópolis), Guarda do Embaú (Palhoça), Praia Central (Garopaba) e Mar Grosso (Laguna) deverão ter guarda-vidas durante o ano todo. O projeto está sendo finalizado pela instituição.

Os bombeiros irão criar uma instrução normativa para tentar evitar mortes por afogamentos no mar, rios, lagoas, açudes e cachoeiras em Santa Catarina. No último final de semana um jovem morreu afogado na Lagoa dos Esteves, no sul do Estado. O local era desprotegido de guarda-vidas e em frente uma área privada.

Neste estudo, realizado pelo subcomando do CBMSC e a 1ª Região de Bombeiros Militar, responsável pelo Litoral, serão apontados os custos de operação, os riscos das praias, além dos dados coletados durante a operação verão, que indicam as quantidades de atendimentos e prevenções necessários. São análises criteriosas e que serão divididas em três características:

  • praias que possuem necessidade de atuação o ano inteiro;
  • praias que possuem necessidade de extensão do período de monitoramento – antecipação e finalização;
  • praias que possuem necessidade de monitoramento em épocas pontuais, como feriados, por exemplo.

Algumas praias catarinenses exigem atenção em períodos além da temporada, porém, segundo o Governo do Estado, nenhuma medida será adotada imediatamente. Neste momento, estão sendo realizados os levantamentos necessários, além da revisão dos materiais de instruções da coordenadoria de salvamento aquático.

“O governador Carlos Moisés nos encomendou esse estudo e é nisso que estou trabalhando. Vamos ver o quanto que vai custar”, explica Nunes.

Com informações do Portal A Hora

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