Esporte | Jogadora da região atinge marca histórica

Aos 28 anos, natural de Rio Fortuna, a artilheira do Santos Ketlen Wiggers entrou para a história do clube. Em jogo contra o Minas Brasília, a jovem marcou seu 100º gol pelo time onde deu o pontapé em sua carreira no esporte. Ela é a primeira mulher a atingir a marca no time.

O gol foi marcado aos 49 minutos do segundo tempo, na vitória por 2 a 0 sobre Minas Brasília. Ela é a primeira mulher a atingir a estatística centenária de gols pela equipe que, com o resultado na Arena Barueri, manteve a liderança da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino após nove rodadas.

O gol saiu em contra-ataque que a própria Ketlen iniciou no campo de defesa. Ela lançou à atacante Larissa, que foi derrubada perto da meia-lua. A arbitragem deu vantagem e a bola sobrou na entrada da área para o arremate da maior artilheira do futebol feminino santista. “É uma emoção muito grande. O Santos é o clube que me revelou. Chorei após o jogo porque o 100º gol era algo que eu queria alcançar. Veio na hora certa, no momento certo”, comenta Ketlen, em entrevista à Santos TV.

A jogadora dedicou o gol à avó, que faleceu antes da atacante nascer, mas que era torcedora fervorosa do Santos. “Ela amava o Coutinho! Desde criança, minha mãe contava as histórias dela. Toda vez que entro em campo, penso nela. Fico emocionada, porque é uma pessoa que eu gostaria que estivesse na arquibancada. Mas sei que onde ela estiver, está me apoiando”, conta Ketlen.

Outro homenageado pelo 100º gol de Ketlen foi o técnico Guilherme Giudice, que, durante a paralisação devido à pandemia do novo coronavírus, tratou e venceu  um câncer no pescoço e no retroperitônio (espaço anatômico atrás da cavidade abdominal). “Eu falei que o gol seria para ele também, por tudo aquilo que ele passou nos últimos meses e todo o apoio que ele me deu esse ano”, destaca a atacante.

Aos 15 anos, Ketlen marcou seu primeiro gol pelo Santos. Com isso, ela se tornou a segunda atleta mais jovem a marcar pelo time, ficando atrás apenas de Coutinho e à frente de Pelé e Edu.

Exemplo vindo de casa

Ketlen conta que não encontrou resistência para dar os primeiros chutes. “Na minha cidade, o futebol feminino era bem valorizado. Minhas amigas e até a minha mãe jogavam. Aprendi muito e comecei a amar o futebol por meio delas e da família”, recorda a jovem.

Esta informação é do DS

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