Educação ambiental traz novo olhar para o uso da água em espaços públicos da bacia do rio Urussanga

Promover a discussão e conscientização da proteção, preservação e recuperação da água é uma das linhas de atuação do Comitê da Bacia do Rio Urussanga. Nos últimos meses, o programa “Gestão eficiente da água em espaços públicos da bacia do rio Urussanga” envolveu escolas em três municípios com o projeto “Águas da Minha Escola” visando uma formação para o uso consciente da água. Neste período, diferentes resultados foram alcançados com trabalhos nas disciplinas de Matemática, Geografia e Língua Portuguesa.

Em Criciúma, na escola Jorge da Cunha Carneiro, alunos do quinto e sétimo ano estudaram os conceitos relacionados a grandezas de volume e capacidade, matemática financeira, uso de gráficos, tabelas e análise de dados, saídas de estudos no laboratório de Geociências na UNESC, entre outras atividades. “O projeto buscou entender e gerir de maneira adequada o uso da água nas dependências da escola e possibilitar aos estudantes levar essa aprendizagem para suas casas. As ações propostas pelos estudantes serão colocadas em pratica no próximo ano juntamente com os atores envolvidos”, comenta a professora Simone Carvalho da Silva.

Uma feira científica cultural foi o resultado em Morro da Fumaça, no Colégio Interação. De acordo com a professora de Geografia, Flavia Niero, as atividades práticas foram desde a questão da análise e cálculo da conta de água até a produção de maquetes, oratória, uso e ocupação da terra e água, entre outras. “Eles conseguiram compreender a importância de economizar e utilizar da forma correta, bem como todo impacto gerado e até os gastos. Em uma visita orientada na bacia eles viram uma realidade que não conheciam sobre a exploração do carvão. Foi impactante. Uma das propostas dos alunos como resultado do projeto foi a instalação de uma cisterna”, pontua.

Em Urussanga, a escola estadual Caetano Bez Batti promoveu uma gincana envolvendo os temas relacionados ao projeto. Para a professora Luciana Rodrigues, o projeto buscou alternativas para conscientizar, amenizar e até propor soluções para problemas relacionados à água.

“O projeto foi um modo de contribuir para as mudanças de comportamento dos docentes, discentes e funcionários das escolas, com relação à água potável distribuída na Instituição, a fim de reduzir seu desperdício, usá-la de forma sustentável e deixar um legado de educação ambiental voltada à cultura de preservação da água. O projeto é uma semente desse grande desafio que o Comitê Urussanga pretende colher muitos frutos na nova década que se inicia”, pontua a técnica de recursos hídricos da AGUAR para o Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Rose Adami.

Comunicação Comitê Rio Urussanga

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