Desenvolvimento de pesquisas sobre mercúrio são tema central de projeto entre Satc e Copel

Pesquisadores da Satc e da Copel Geração e Transmissão, subsidiária da Companhia Paranaense de Energia, estão iniciando os estudos para avaliar as emissões de mercúrio na atmosfera, observando os processos que envolvem a conversão térmica de carvão mineral. O projeto, aprovado junto à Copel GT no âmbito do Programa de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sob a identificação PD-06491-0417/2016, tem duração de quatro anos e receberá aporte de recursos financeiros na ordem de R$ 6,8 milhões.

“A pesquisa vai contribuir para o entendimento e monitoramento das emissões de mercúrio por termelétricas e processos industriais criando massa crítica sobre o assunto”, ressalta a pesquisadora do Centro Tecnológico Satc (CTSatc), Giovana Dalpont, coordenadora dos estudos na instituição.

Juntamente com a equipe da Satc, integram a frente de estudos, os programas de Pós-Graduação das Universidades Federais do Paraná (UFPR) e de Santa Catarina (UFSC). Serão destinados ainda recursos para duas bolsas de Doutorado e uma de Mestrado envolvendo o tema.

O projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) vem para reforçar o compromisso brasileiro perante a Convenção de Minamata, que trata do monitoramento e da redução de emissões e liberações de mercúrio no meio ambiente. “Para a Copel, o investimento nesse projeto é mais uma demonstração da constante preocupação da empresa com a proteção do meio ambiente no desenvolvimento de projetos de geração de energia a partir de fonte térmica, hidráulica ou eólica. Além disso, sabemos que pesquisas dessa natureza contribuem para o desenvolvimento de conhecimento técnico relevante não só para a Copel, mas para o setor elétrico brasileiro e para a sociedade”, destaca o diretor geral da Copel Geração e Transmissão, Moacir Carlos Bertol.

Fortalecendo parcerias e ampliando os estudos, a Satc também reforça o seu papel de signatária dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ao buscar recursos para melhorar a experiência profissional de alunos e apoiar novas tecnologias. A proposta atende ainda ao que discute a Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), ao propor o desenvolvimento tecnológico do setor. “A pesquisa demonstra que o planejamento que vem sendo desenvolvido no campo científico e tecnológico são a base de sustentação da indústria do carvão mineral”, pondera o presidente da ABCM e diretor executivo da Satc, Fernando Luiz Zancan.

Assessoria de Imprensa da Satc

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