Cientistas brasileiros estudam contatos entre humanos e ETs na América Latina

Desde 2011, a Academia Latino-Americana de Ufologia Científica busca investigar casos de supostos contatos entre humanos e extraterrestres. Fundada no Brasil pelo cardiologista peruano Júlio César Acosta-Navarro, a academia reúne 26 membros empenhados em provar a existência de vida inteligente fora da Terra.

Os profissionais do grupo pertencem a diversas áreas do conhecimento: de jornalistas a físicos. Eles se unem na tentativa de entender as possibilidades de vida fora do nosso planeta, realizando pesquisas sobre o assunto. O grupo foi ouvido pelo jornalista Giacomo Vicenzo, em matéria para o Uol TAB.

Um dos levantamentos mais importantes feitos pela academia foi publicado em 2016 pela revista World Journal of Research and Review, uma publicação sem reconhecimento no meio acadêmico. A pesquisa analisou 102 casos de relatos de contatos entre humanos e extraterrestres. Destes, 30 foram descartados, 47 foram considerados como de baixa probabilidade, e 25 foram considerados de alta probabilidade de se tratarem de encontros reais.

Durante o estudo, os participantes que alegaram ter tido contato com extraterrestres responderam a 90 perguntas. Os relatos passaram então por 12 critérios definidos pelos membros da academia. Em um dos trechos do artigo resultante da pesquisa lê-se: “Nossos resultados sugerem que provavelmente encontros de quinto grau estão realmente acontecendo na Terra“.

Os casos costumam ser analisados pelos membros da academia durante três meses, sendo avaliados por no mínimo dois profissionais. Os critérios definidos pelo grupo para avaliar sobre a probabilidade de uma história ser real envolvem a ausência de contradições nos relatos, presença de testemunhas ou evidências físicas (como fotos, filmes ou artefatos), bem como evidências corporais, incluindo lesões, cicatrizes ou mesmo implantes supostamente deixados pelos extraterrestres

Foto em destaque: Brian McMahon

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